segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

ISLAMOFOBIA NO BRASIL


Rio - A empresária Zahrah Carolina Bravo, 33 anos, chega à Sociedade Islâmica da Baixada Fluminense para fazer uma das cinco orações praticadas por muçulmanos ao longo do dia, conforme manda a tradição. Porém, antes de cumprir o protocolo de se inclinar em direção à Meca — cidade na Arábia Saudita, considerada sagrada e alvo de peregrinação dos adeptos da religião — ela tira da bolsa o véu que deveria ser usado durante o dia, mas que passou a ser evitado em público desde segunda-feira passada.
Foi quando, numa caminhada por Nova Iguaçu, recebeu uma cusparada no rosto e acusações de práticas terroristas devido à vestimenta, associada erroneamente a ações de grupos extremistas do Oriente Médio. Foi um episódio de intolerância considerado “leve” por ela e outras muçulmanas radicadas no Rio, estado conhecido pela pluralidade mas que, de acordo com as religiosas, vive onda crescente de “islamofobia”. Identificadas pelas roupas, as mulheres são alvos preferenciais de injúrias e agressões.

“No último mês, os ataques cresceram de forma proporcional ao número de posts com ‘Je suis Charlie’ compartilhados na internet”, diz a jovem AJ, de 19 anos, que pediu para não ser identificada, em referência ao atentado terrorista ao periódico francês ‘Charles Hebdo’ em janeiro, em que morreram 12 pessoas, após publicação de charges que satirizavam o profeta Maomé. 

A jovem, como tantas muçulmanas, vive o medo de assumir a religião. “Sofri bullying a infância inteira”, explica. “A maioria das pessoas não entende que os episódios que culminam em execuções terroristas não refletem o Islã, mas sim disputas políticas sangrentas”, pondera Zahrah. Mais velha, ela acumula marcas da intolerância pelo corpo e na memória. No couro cabeludo, espaço no qual os fios não crescem. Fruto de ‘trote’ sofrido em 2010, quando cursava pedagogia na Uni-Rio.

“Apagaram cigarro no meu véu e, assim, atearam fogo. Era chamada de mulher-bomba e esposa do (terrorista) Osama Bin Laden ao pisar na sala”, diz ela, que desistiu da carreira. Foi o caso mais grave de violência dos cinco que culminaram em registros policiais. “O maior preconceito se vê no dia-a-dia, nos risos e olhares que percebo ao entrar de véu no trem”, diz.

Os costumes traçados no Alcorão — livro sagrado da religião — também custaram caro. “Fui demitida de uma empresa de telemarketing sob o argumento de que escondia o rosto e precisava interromper o expediente para orar. Hoje muitos muçulmanos só fazem duas orações por dia (antes de sair de casa e depois de voltar), e não cinco, o que seria o ideal”, conta.

Diretor da Sociedade Beneficente Muçulmana (SBM- RJ), Sami Isbelle teme que casos pontuais se tornem mais constantes. “Entre os homens, as roupas passam desapercebidas e, por isso, não são alvos de tantas ironias”. A discriminação faz com que muitas muçulmanas optem por omitir, ou mesmo mentir, quanto à sua fé. “Quando me perguntam se sou evangélica e se este é o motivo do comprimento das minhas roupas, não titubeio. Digo que sou sim”, conta AJ. 

No entanto, é a distorção da doutrina que mais as incomoda. “O que amedronta são os ataques físicos e ameaças. O que entristece é saber que existem pessoas que pensam que uma religião pode ‘pregar’ a barbárie. Atos terroristas não são praticados por verdadeiros muçulmanos, não encontram endossamento nos nossos livros sagrados”, ressalta Zahra.
TEXTO: JORNAL O DIA  GABRIEL SABÓIA 01/02/2015 23:40:49

PALAVRA DE DEUS
Estando Jesus à mesa na casa de Levi, sentaram-se também com ele e com seus discípulos muitos publicanos e pecadores; pois havia muitos que o seguiam.
Vendo os escribas dos fariseus que ele comia com os pecadores e publicanos, perguntaram aos discípulos dele: Como é que ele come com os publicanos e pecadores?
Jesus, ouvindo isto, respondeu-lhes: Os sãos não precisam de médico, mas sim os enfermos; eu não vim chamar os justos, mas os pecadores.

Marcos 2:15-17

Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos .João 15:13

Este texto mostra que o Senhor Jesus não fazia acepção de pessoas, todos queriam estar ao seu redor.  Falar, tocar, andar com Jesus.

Jesus, partindo dali, viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria, e disse-lhe: Segue-me. Ele se levantou e o seguiu. Mateus 9:9
 Depois disto saiu e viu um publicano chamado Levi, sentado na coletoria, e disse-lhe: Segue-me. Lucas 5:27

Hoje Jesus continua a convidar pessoas que queiram estar ao seu lado. O convite é para todos que querem recebe-lo e ouvir a sua Palavra.

Mas se tratarem os outros com favoritismo, estarão cometendo pecado e serão condenados pela Lei como transgressores. Tiago 2:9

Deus não faz acepção de pessoas,  muitos não entendem como pode Deus olhar para um ladrão, traficante, prostituta e outros grupos menos favorecidos da sociedade.

Glória Deus!!!! Só o Senhor tem este olhar.  Quando andamos com o Senhor Jesus mudamos o nosso olhar.

E por isso que o verdadeiro cristão não discrimina a fé de ninguém, mas respeita. VAMOS SEGUIR O CAMINHO DO SENHOR JESUS.


Quem ama a sinceridade de coração e se expressa com elegância será amigo do rei. Provérbios 22:11

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