sábado, 20 de junho de 2015

O QUE É RAMADÃ?



De acordo com o islã, Maomé caminhava pelo deserto, perto de Meca, 610 d.C., onde atualmente localiza-se a Arábia Saudita. Certa noite, uma voz vinda do céu o chamou. Segundo a tradição islâmica, era a voz do anjo Gabriel que disse a Maomé que este havia sido escolhido para receber a palavra de Alá. Nos anos posteriores, foi também através do anjo que a revelação de Alá foi transmitida a Maomé, que começou a pregar os versos que seriam transcritos e comporiam o livro sagrado islâmico.
O jejum do ramadã é um dos cinco pilares da fé islâmica e é obrigatório para todos os seus seguidores. Trata-se de um tempo especial em que os muçulmanos se reúnem em oração e é considerado uma oportunidade especial para reviver, renovar e revigorar sua prática de fé.
A palavra ramadã tem origem na palavra árabe "ramida" que significa "ser ardente".


Quando acontece o ramadã

O início do ramadã em cada ano é baseado na combinação das observações da lua e em cálculos astronômicos. Seu término é determinado de maneira semelhante. Pelo fato de o islamismo usarem o calendário lunar (que é onze dias mais curto que o calendário solar adotado na maior parte do mundo ocidental), o período sagrado do ramadã varia de ano para ano, o que significa que o jejum pode ser celebrado em diferentes meses e estações.


Quem deve observar o jejum

O jejum é obrigatório para todo muçulmano que tenha atingido a puberdade e que goze de perfeita saúde física e mental. O primeiro jejum de uma pessoa na comunidade muçulmana é algo para celebração e festa. As grávidas, lactantes, as que estão no período menstrual, crianças, idosos e aqueles que estiverem doentes ou viajando, são dispensados de praticar o jejum.
A isenção temporária do jejum é baseada nas circunstâncias individuais, que precisam ser analisadas durante o mês e, aconselhadas por um imã (líder religioso) ou por um estudioso islâmico. No entanto, na maioria dos casos, os dias de jejum perdidos terão de ser compensados por um número igual de dias, a qualquer momento antes do próximo ramadã. Em caso de doença terminal ou incurável, a pessoa deixa de jejuar definitivamente, porém, se tiver condições, precisa dar uma refeição a um necessitado para cada dia não jejuado, ou o equivalente ao valor de uma refeição. Do contrário, não está obrigada a nada.


A prática e seus significados

O jejum é feito por cerca de 29 dias entre o nascer e o pôr do sol. O dia começa com o suhoor, uma refeição feita ainda de madrugada, e termina com o iftar, a refeição que quebra o jejum do dia. É um momento de celebrar com a família e os amigos, ocasião em que pessoas de outras religiões podem ser convidadas a participar. Se alguém comer, beber ou tiver relações sexuais durante esse período, deverá alimentar 60 pobres ou jejuar por 60 dias.
Há duas grandes celebrações importante durante o período. Na noite do 26º para o 27º dia do Ramadã, celebra-se o laylat al-kadr (noite do decreto), pois acredita-se que foi nessa noite que Alá começou a falar com Maomé. Alguns oram durante toda a noite e fazem seus pedidos mais especiais a Alá. No fim do jejum ocorre o eid ul-fitr, um banquete seguido de três dias de comemoração, quando é proibido jejuar. Muitos muçulmanos vestem suas melhores roupas e decoram suas casas com luzes e outros enfeites. Dívidas antigas são perdoadas e dinheiro é dado aos pobres. Preparam-se alimentos especiais e convidam-se amigos ou parentes para partilhar a festa. As crianças recebem presentes e há troca de cartões, algo semelhante ao Natal comemorado nos países ocidentais. Eid al-Fitr é uma ocasião alegre, mas seu propósito primordial é de louvar a Alá e dar graças a ele, segundo a crença islâmica.


As implicações do ramadã no cotidiano

Durante o mês de jejum verifica-se o aumento no preço de vários produtos em países de maioria islâmica, o que acrescenta grande sofrimento para o povo mais pobre. Isso acontece porque durante as noites do ramadã as pessoas ficam acordadas, celebrando e indo à mesquita para uma oração especial. O resultado é o aumento do consumo de alimentos, apesar da aparente contradição por ser um mês de jejum. Acontece que cada noite é uma espécie de ceia natal, e, por isso, os muçulmanos consomem mais alimentos e artigos de luxo durante o período do que em outras épocas do ano. Devido à alta demanda dos gêneros alimentícios, muitas vezes não é possível manter os preços baixos. É claro que isso não afeta apenas os muçulmanos, mas toda a população.
Em muitos países do mundo muçulmano não praticar o jejum ou comer na frente de alguém que está jejuando é uma falta grave. Na Arábia Saudita, por exemplo, quem ousar admitir que não esteja jejuando é punido.

No Marrocos o código penal prevê pena de até seis meses de prisão a quem não praticar o jejum. A Constituição marroquina ressalta que o islamismo é a religião oficial, mas diz também que o Estado protege a liberdade religiosa, enquanto o código penal criminaliza a quebra do jejum em público. Dessa forma os indivíduos são obrigados a praticar o ramadã por dois motivos: pela lei e pela religião.

Nos Emirados Árabes Unidos, comer ou beber durante o dia é considerado uma ofensa menor e punida com serviços comunitários. Lá as leis trabalhistas estabelecem que durante o ramadã os empregados trabalhem apenas seis horas por dia, sejam eles muçulmanos ou não.
Os cristãos de origem muçulmana precisam ter muita cautela, principalmente no período do ramadã. Eles podem facilmente incomodar os muçulmanos do país, mesmo que ajam com amor e piedade. Considerados apóstatas, esses cristãos são frequentemente expulsos de suas comunidades, deserdados e desprezados por suas famílias, e muitas vezes ameaçados de morte. Muitos ataques a igrejas e a cidadãos cristãos costumam acontecer nos últimos dias do ramadã.


Fonte: Portas Abertas Internacional

segunda-feira, 15 de junho de 2015

EVANGELISMO URBANO - ADECIN




A Bíblia ensina que Jesus andou nos grandes centros urbanos da época. Ele sentia a necessidade do povo. A história de muita gente foi escrita por suas atitudes criativas e práticas. Certa ocasião ele olhou para uma multidão e sentiu grande compaixão por ela: “E Jesus, saindo, viu uma grande multidão e, possuído de íntima compaixão para com ela, curou os seus enfermos”, Mt 14: 14. Se a igreja quer que sua evangelização urbana seja autêntica e transformadora, Jesus dá a receita: “Tenho compaixão desta gente”, Mt 15: 32.
 Sim, não há como evangelizar sem sentir que é necessário passar pelas Samarias atuais. Este pré-requisito leva a igreja a perceber que a história de milhares de pessoas que vivem sem Jesus precisa ser mudada.

NO dia 14 de junho de 2015, ADECIN – Assembleia de Deus em Cidade Nova, localizada no Estácio. Realizou um grande Evangelismo Urbano. Com a participação da Igreja, jovens, crianças, adolescentes......... Todos com um único propósito lançar a rede.


Veja as fotos tiradas do local:










sexta-feira, 5 de junho de 2015

O QUE ESTA ACONTECENDO NAS ESCOLAS PÚBLICAS DO BRASIL

 “Brincadeira da caneta” ou “Charlie Charlie”

Manifestações demoníacas, invocadas através de uma “brincadeira”, conhecida como “brincadeira da caneta” - ou "Charlie Charlie Challenge" -, que se espalhou nas redes sociais e virou febre entre jovens e adolescentes em Porto Velho Rondônia, acabou causando pânico em pelo menos três escolas públicas, sendo elas Eduardo de Lima e Silva, Roberto Pires e Risoleta Neves.
De acordo com informações apuradas junto ao CIOP (Centro Integrado de Operações) foram recebidos diversos chamados e mandadas várias guarnições para os locais onde estava havendo o surto.
Desmaios, vômitos, sussurros estranhos, gritos e até sangramento eram algumas das reações que os jovens apresentavam quando recebiam a presença de um espirito maligno denominado “Charllie”.  Segundo a lenda, que surgiu junto com a brincadeira, Charlie Charlie era uma criança mexicana que morreu de uma maneira terrível, e acabou se transformando em um espírito maligno. É basicamente a evolução do Ouija, da brincadeira do copo e do compasso. Para iniciar o ritual de invocação, você desenha uma cruz no papel e escreve sim e não nos espaços em branco. Depois, é só tentar a comunicação.
Na escola Risoleta Neves foi registrado o caso mais crítico, onde algumas alunas se debatiam no chão e urravam como animais. Um pastor Evangélico foi chamado para expulsar o espirito do mal, juntamente com policiais militares, que ficaram bastante assustados com o caso até então, segundo eles jamais presenciado.
Outro caso grave, que culminou em uma seria agressão física, aconteceu na escola Roberto Pires, após os alunos praticarem a tal “brincadeira” saíram do estabelecimento de ensino surtados e um agrediu o outro com um golpe, possivelmente de faca ou estilete. O aluno foi socorrido para uma unidade de pronto atendimento na região com um profundo ferimento no pulso.
No munícipio de Guajará Mirim houve também este tipo de manifestação maligna em pelos menos cinco escolas públicas, que causou desespero total. As reações eram as mesmas acimas citadas. De acordo com informações apuradas junto ao uma professora, que preferiu não se identificar, diversos alunos foram socorridos e levados para dois hospitais da cidade, sendo eles o regional e um particular e acabou causando tumulto.
Nesta manhã antes de iniciar as aulas os alunos da escola Roberto Pires se reuniram no pátio do colégio e ouviram uma pregação religiosa de uma pastora evangélica. A religiosa ficou comovida com os últimos acontecimentos e decidiu pregar a palavra de Deus de forma voluntária.


Fonte: Rondoniaovivo

CARTILHAS GAY NAS ESCOLAS DE GUARULHOS

Uma proposta apresentada pela Prefeitura de Guarulhos, na Grande São Paulo, pretende incluir um material sobre homossexualidade na rede municipal de ensino que atende crianças de até 11 anos.
O tema gerou polêmica na cidade e foi comentado pelo jornal Fala Brasil, da Rede Record, que conversou com pais de alunos indignados com a proposta da prefeitura.

A especialista diz que ensinamentos sobre a homossexualidade e identidade de gênero podem fazer com que as crianças não entendam seus papéis na sociedade. “Homem não pode dar a luz, homem não cria criança. Quem da a luz é a mulher, uma menina tem que saber que futuramente ela será uma mulher, ela não será um homem futuramente”.
Mas ao contrário do que dizem os pais e os especialistas, o prefeito da cidade, Sebastião Almeida (PT), insiste em levar a proposta a diante e deve marcar uma nova audiência pública para definir ou vetar a implantação das cartilhas nas escolas municipais.





UM  EXEMPLO DO QUE NOSSOS FILHOS ESTÃO RECEBENDO NAS ESCOLAS PUBLICAS DO BRASIL

Precisamos valorizar a nossa ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL E PROFESSORES, somente com a Prática da Palavra. Sim, o próprio Senhor Jesus afirmou que as suas Palavras são espirito e vida. Por isto, quando Ele orou ao Pai disse: “santifica-os na verdade. A verdade é a tua palavra.” É a pratica da Palavra que liberta.


DEUS CHAMOU A VOCÊ E A MIM PARA MINISTRAR ÀS CRIANÇAS. QUE POSSAMOS ALCANÇAR, ENSINAR E A AJUDAR ÀS CRIANÇAS, - SEJAM ELAS MUITAS, OU POUCAS.


ESTA É A FORMA DE COMBATE A PALAVRA DE DEUS, A PALAVRA DA VERDADE
ENTRE NESTE PELOTÃO URGENTE, FAÇA MISSÕES.
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